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terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Você aceita sua vida ou você a leva ela consigo?

A palavra de hoje é pró-ativa. Isso significa que nós não vamos permitir a vida vir até nós, pois vamos até ela.
Há alguns anos, eu aprendi que existem dois tipos de pessoas neste mundo; um tipo é aquele que aceita a sua vida, enquanto o outro leva sua vida.
Um vai dizer "Eu espero que algo de bom acontece comigo hoje" e o outro diz "Eu vou fazer algo acontecer hoje!"

Ser proativo significa que você assumiu o controle dessas coisas e que eu pode assumir o controle e levar a vida rumo a um objetivo estalecido
Você aceita sua vida ou você a leva ela consigo?
Trabalhe para se tornar o tipo de pessoa que vai dizer "hoje, eu vou fazer o meu dia! Eu vou fazer novos relacionamentos! Eu vou construir confiança!"

quarta-feira, 19 de junho de 2013

CNN FAZ REPORTAGEM ESPECIAL SOBRE O BRASIL

A CNN, maior rede de jornalismo da TV americana e mundial, fez uma reportagem especial sobre os verdadeiros motivos por trás dos protestos ocorridos em várias cidades do Brasil.

Em tradução, o texto, intitulado "O Que Realmente Está Por Trás dos Protestos Brasileiros?", lê:

"Os protestos que estão acontecendo no Brasil vão muito além do aumento de 20 centavos no transporte público. 

O Brasil está vivenciando atualmente um amplo colapso de sua infraestrutura. Há problemas com portos, aeroportos, transporte público, saúde e educação. O Brasil não é um país pobre e os impostos são extremamente altos. Os brasileiros não veem motivo para terem uma infraestrutura tão ruim quando há tanta riqueza e tantos impostos altos. Nas capitais estaduais as pessoas chegam a gastar 4 horas por dia no tráfego, seja em seus carros ou em transportes públicos lotados e de má qualidade.

O governo brasileiro tomou medidas para controlar a inflação cortando taxas e ainda não se deu conta que o paradigma deve mudar para uma abordagem focada na infraestrutura do país. Ao mesmo tempo o governo brasileiro está reproduzindo em menor escala o que a Argentina fez anos atrás: evitando austeridade fiscal e prevenindo o aumento dos juros, o que está levando a uma alta inflação e baixo crescimento.

Além do problema de infraestrutura, há vários escândalos de corrupção que permanecem sem julgamento, e os casos que são julgados tendem a terminar com a absolvição dos réus. O maior escândalo de corrupção na história brasileira finalmente terminou com a condenação dos réus e agora o governo está tentando reverter essa condenação ao usar manobras inacreditavelmente inconstitucionais, como a PEC 37, que vai tirar o poder investigativo dos promotores do ministério público, delegando a responsabilidade da investigação unicamente para a polícia federal. Além disso, outra proposta tenta sujeitar as decisões da Suprema Corte Brasileira ao Congresso – uma completa violação dos três poderes.

Estas são, de fato, as revoltas dos brasileiros.

Os protestos não são meramente isolados, não são movimentos da extrema esquerda, como algumas fontes da mídia brasileira afirmam. Não é uma rebelião adolescente. É o levante da parte mais intelectualizada da sociedade que quer por um fim a essas questões brasileiras. A jovem classe média que sempre esteve insatisfeita com o obscurecimento político agora “desperta”."

terça-feira, 18 de junho de 2013

Brasil pode ter lei Marcial aprovada no Congresso Nacional


O crime de terrorismo pode ser definido em lei até agosto - pela PL 728/2011


Segundo o presidente da comissão de leis e dispositivos constitucionais, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), a intenção da comissão é votar o texto dentro de duas semanas e enviá-lo para a tramitação nos Plenários da Câmara e do Senado.



Uma das principais questões que geraram discordância entre os parlamentares foi a diferenciação entre movimentos reivindicatórios e atos de terrorismo. A definição, que estava no texto inicial, foi modificada por Jucá, o que, na opinião de Miro Teixeira, tirou a clareza do texto.
- É preciso deixar bem expresso que há uma diferença entre danos provocados por movimentos reivindicatórios e danos provocados por movimentos terroristas – afirmou."



Documentos revelados pelo WikiLeaks revelaram a pressão americana para que o Brasil criasse uma lei para o “terrorismo”, principalmente para assegurar os megaeventos, segundo o relatório de Lisa Kubiske, conselheira da Embaixada americana em Brasília, enviado para os EUA em 24 de dezembro de 2010.



Agora, com a Copa das Confederações, a Copa do Mundo e com as Olimpíadas 2016, os movimentos sociais em busca de melhorias no transporte, na segurança, por melhores condições de trabalho, podem ser criminalizados como terroristas, e presos por até 30 anos, como um crime de homicídio por exemplo!



Não concorde nem permita que isso aconteça!






Votação de lei sobre terrorismo fica para dia 27 com impasse sobre inclusão de movimentos sociais
Relator quer incluir na definição desses crimes motivos ‘ideológico, religioso, político ou de preconceito racial ou étnico’
13/06/13 - 16h27
BRASÍLIA — A possibilidade de inclusão de ações violentas de movimentos sociais, como o MST ou Movimento Passe Livre (que organizou as manifestações contra alta da passagem de ônibus em São Paulo) na nova lei que define os crimes de terrorismo, provocou um impasse nesta quinta-feira na Comissão mista do Congresso criada para consolidar a legislação federal e regulamentar dispositivos da Constituição de 1988. Com a realização de grandes eventos religiosos e esportivos no país, a aprovação de projeto de lei com a definição penal do crime de terrorismo terá prioridade na comissão. Mas a votação foi adiada para o dia 27, sem consenso entre o sub-relator do tema segurança pública, Miro Teixeira (PDT-RJ), que é contra parte do parecer do relator geral, Romero Jucá (PMDB-RR), que abre essa possibilidade de inclusão dos movimentos sociais.






Deixe sua opinião sobre o assunto!


segunda-feira, 17 de junho de 2013

A REVOLTA DO VINAGRE NO BRASIL



Frouxidão política – Beira o incompreensível a postura oscilante do governador Geraldo Alckmin diante dos protestos que têm destruído a cidade de São Paulo sob o pretexto de que as tarifas do transporte público precisam ser reduzidas.
Há dias, Alckmin se referia aos manifestantes como vândalos e criminosos, mas a preocupação com a campanha pela reeleição obrigou o governador a mudar o discurso. Nesta segunda-feira (17), o tucano elogiou os líderes do Movimento Passe Livre (MPL) pela disposição de dialogar com o governo.
A postura de Geraldo Alckmin é vexatória, pois na reunião com o secretário de Segurança Pública, Fernando Grella Vieira, os líderes do movimento se recusaram a definir um trajeto para o protesto que, mesmo pacífico, deve dificultar ainda mais o sempre caótico trânsito da maior cidade brasileira. Durante o encontro na Secretaria, os líderes do MPL disseram que somente ao longo da manifestação informarão à Polícia Militar o trajeto que será seguido.
Literalmente perdido e sem pulso algum nesse episódio, Alckmin disse que o papel da Polícia Militar, que não usará balas de borracha e bombas de efeito moral, será de proteger os cidadãos que não participarão do protesto. Uma balela desmedida, pois o próprio governo vem apelando aos empresários para que dispensem os funcionários pelo menos uma hora antes do início da manifestação.
Os líderes do MPL se recusam a qualquer acordo, assim como não querem debater o tema com as autoridades em locais do governo estadual ou da prefeitura. A exigência agora é que o debate seja realizado no Sindicato dos Jornalistas, o que mostra não apenas a politização do movimento, mas também e principalmente sua partidarização.
A instabilidade política e social que a esquerda está promovendo na capital paulista tem o objetivo de enfraquecer o governador Geraldo Alckmin, abrindo caminho ao PT para tomar de assalto o Palácio dos Bandeirantes, sede do Executivo paulista. Quando isso acontecer, a “cubanização” do Brasil estará completa, restando apenas comunicar o povo sobre a tragédia que despontará no horizonte.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Dep. Dr.Ubiali (PSB-SP) sugere em CCJC uma política de segurança para os...

VOCÊ CONHECE A ORIGEM DA DATA DO DIA DOS NAMORADOS?




Como você sabe, hoje é o dia em que os casais apaixonados celebram o seu amor, seja com jantares românticos, troca de presentinhos, bombons ou cartões. Mas, apesar de essa data já ter se tornado uma tradição em todo mundo — com algumas variações que contaremos para você ao final da matéria —, você conhece a origem do Dia dos Namorados?

Se você pensava que a comemoração desse dia teve origem recentemente, está enganado. Aliás, existem diversas lendas sobre o possível surgimento da data. Uma delas é da época da Roma Antiga, e estaria relacionada à celebração de um festival chamado Lupercalia, que coincidia com o início da primavera no calendário romano, marcado no dia 15 de fevereiro.

Assim, na véspera dos festejos, era costume que os nomes das moças solteiras fossem colocados dentro de frascos e, depois, sorteados pelos rapazes, para que elas se tornassem suas namoradas durante os dias do festival — ou enquanto o amor durasse!

São Valentim

Outra lenda relaciona a origem do Dia dos Namorados ao Dia de São Valentim, celebrado em 14 de fevereiro pelos casais apaixonados na maioria dos países do Hemisfério Norte. Nesse caso, tudo começou quando o imperador Cláudio II de Roma decidiu — no século III — proibir o casamento, para poder dispor de mais homens solteiros que serviriam como soldados nas guerras.

Entretanto, um sacerdote da época, chamado Valentim, discordando das ordens do imperador, continuou celebrando casamentos em segredo. Ao ser descoberto por Cláudio, Valentim foi preso e condenado à morte, e começou então a receber bilhetes e flores de jovens que diziam ainda acreditar no amor. Aliás, enquanto estava na prisão, o sacerdote teria se apaixonado por uma moça cega chamada Asterius, filha do carcereiro que o atendia.

Reza a lenda que Valentim fez um milagre e a moça recuperou a visão, o que não foi suficiente para livrá-lo da morte. Assim, na véspera de sua execução — que ocorreu no dia 14 de fevereiro —, o sacerdote teria escrito uma carta de despedida para a sua amada, terminando com a expressão “seu Valentim”, forma que até hoje é usada em países como os Estados Unidos e a Inglaterra (“your Valentine”) para assinar os cartões de Dia dos Namorados.

Santo casamenteiro

Já aqui no Brasil, o Dia dos Namorados é comemorado todo 12 de junho, e essa data tem uma origem bem menos romântica. Ela teria sido criada por comerciantes paulistas, que decidiram que a véspera do Dia de Santo Antônio — frei de origem portuguesa conhecido pela sua fama de casamenteiro —, que coincidia com a época de menor volume de vendas do ano, seria ideal para impulsionar o comércio.

Assim, no final da década de 40, João Dória, que trabalhava para a agência de publicidade Standart Propaganda, criou o slogan “Não só de beijos vive o amor”, transformando o dia 12 de junho na data em que casais, apaixonados e pretendentes gastam pequenas fortunas para agradar às pessoas amadas.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

QUEM MANDA NAS NAÇÕES UNIDAS?




Somos informados de que a Organização das Nações Unidas (ONU) é uma organização internacional que tem como objectivo facilitar a cooperação através do progresso social, desenvolvimento econômico, segurança internacional e do direito internacional. Eles promovem a si mesmos, e são exteriormente promovido como um organismo de renome que lida com a paz, segurança, desenvolvimento, direitos humanos e assuntos humanitários. Sendo este o caso, não é nenhuma surpresa ver a ONU na vanguarda de todos os conflitos e instabilidade internacional, uma vez que esses eventos exatas dar-lhes a atmosfera ideal para se promover como portadores de tudo o que já foi mencionado anteriormente. Ao longo da história, figuras de autoridade sempre tentei pintar uma percepção de si mesmo, na esperança de influenciar e lavagem cerebral das massas em uma agenda desejada.

Ao promover-se, eu estou me referindo ao uso de redes principais meios de comunicação da ONU, como a CNN. CNN é de propriedade da Time Warner  (1) , que é de propriedade da JP Morgan Chase and Company e Dodge & Cox Inc, para citar alguns (2) . Ele também tem um seleto grupo de detentores diretos, como Jeffrey L. Bewkes. Sr. Bewkes fica na sede da duas torres da Time Warner, construído em 2001-edifícios propositadamente construída para se assemelhar a uma vez de pé World Trade Center de Nova York. Bewkes também é membro do Conselho de Relações Exteriores (CFR)  (3) , que é dirigido e financiado pela família Rothschild e Rockefeller  (4) (5) . Na verdade, a grande maioria dos principais proprietários da rede de mídia são todos os membros do CFR, bem como da Comissão Trilateral. Outro exemplo disto é Richard D. Parsons. que serviu como presidente da Time Warner do Conselho de maio de 2003 a janeiro de 2009. Atualmente o Sr. Parsons é um membro do Conselho de Curadores e é um conselheiro sênior da Fundação Rockefeller (6) . Eu poderia até mesmo ir a olhar para Frank J. Caufield, outro grande suporte direto da Time Warner Corp, que também é membro do CFR (7) . Deixe-me lembrá-lo mais uma vez, que a CNN é de propriedade da Time Warner Corp, que é possuída por um número de pessoas físicas e jurídicas que são executados por algumas famílias. Essas famílias se esconder por trás das corporações que correm, com os funcionários e os políticos que eles contratam para fazer o seu trabalho sujo. Por que continuamos a entregar a nossa percepção do que está acontecendo no planeta para um grupo seleto que não mostram respeito pela raça humana está além de mim. Quando criança, eu não entendo como um ser humano pode ter tais intenções negativas e criar tantos conflitos através do uso de artifícios. Até hoje eu ainda acredito que um ser humano não pode fazer o que esses "órgãos" e corporações multinacionais fazer. Se possui ou não o mesmo efeito em você, eu espero que as conexões acima pelo menos levantar uma sobrancelha para você.



Não há necessidade de me apontar o JP Morgan (maior detentor institucional da Time Warner) / conexões de Rockefeller, que também desempenhou um grande papel na criação do Sistema da Reserva Federal em 1912. Então, o que tudo isso tem a ver com as Nações Unidas? Bem, os mesmos que possuem todas as nossas redes de mídia, também próprio, correr e criou a Organização das Nações Unidas. Os proprietários das Nações Unidas usar suas redes de mídia para influenciar a percepção de bilhões de pessoas. Muitas pessoas não sabem que as nossas redes principais meios de comunicação são de propriedade de menos de 5 corporações multinacionais, e todas estas empresas têm vínculos com as famílias Rothschild e Rockefeller. Se você mergulhar ainda mais, todas as mesmas empresas estão diretamente relacionadas à supressão de tecnologias de energia limpa, como a General Electric. Você pode descobrir mais sobre a supressão de energia livre aqui . Mais laços podem ser feitos nas indústrias alimentares e de medicamentos, bem. Nosso planeta é de propriedade de um pequeno grupo de famílias e as empresas que correm, isso não é mais um segredo, não é mais uma teoria da conspiração. Está se tornando evidente que essas "pessoas" não têm de nossas melhores intenções em mãos.

Liga das Nações / Tratado de Versalhes

O precursor das Nações Unidas, foi a Liga das Nações. Ele foi criado sob o Tratado de Versalhes em 1919 (8) (14) . Muitos acreditam que a idéia da criação da ONU foi devido à segunda guerra mundial, não foi. Um plano para o controle global através de um corpo bem disfarçada de paz começou muito antes de 1945. A Liga das Nações foi uma organização intergovernamental criado na Conferência de Paz de Paris, que terminou a Primeira Guerra Mundial. Desenvolvimento das organizações internacionais, devido ao conflito é uma forma de trapaça. A ONU foi criada em 1945 como resultado da 2 ª Guerra Mundial. Sempre que houver conflito global, algo que é criado a partir desse conflito, para dar a ilusão de que tudo o que é criado a partir de que o conflito é uma solução direta para esse conflito. Você já pensou que aqueles que criaram o conflito, estão fazendo isso a fim de propor a solução? O que é um golpe que seria, não é? O que é um truque, usar e controlar a nossa vontade. Entregar nossa vontade sobre a quem procurar para tirar proveito de nós, para aqueles que não estão no serviço aos outros, mas a si mesmos. A Liga das Nações foi criada pela família Rockefeller, eles foram responsáveis ​​por financiar toda a operação (9) . Ao mesmo tempo, a Organização Internacional do Trabalho foi desenvolvida, que é fortemente e foi financiado pelas famílias Rockefeller e Rothschild (10) . É claro que as famílias Rockefeller e Rothschild ambos criados Nações Unidas, sem lhes o desenvolvimento desta organização global, não seria possível.

Os mesmos grupos que financiaram a Alemanha nazista Criado Nações Unidas? Ambos os lados da guerra foram financiados pelo mesmo grupo?

Uma questão-chave, devemos nos perguntar quando se trata de órgãos globais internacionais é, quem está no comando? Quem toma as decisões? Que conexões podem ser feitas entre as Nações Unidas e os outros órgãos importantes do planeta Terra? Quantas vezes pedimos a estas perguntas? E como muitas vezes fazemos as conexões? Se as Nações Unidas foi criado para a paz ea estabilidade no tempo de guerra conflitantes, por que as mesmas partes financiar ambos os lados da guerra? Foi apenas para o lucro, ou eles querem criar War, para criar órgãos governamentais que controlam todo o nosso planeta? As Nações Unidas tem ramificações fora na Organização Mundial de Saúde, que tem outras ramificações dentro dele como Codex Alimentarius e da Food and Drug Administration.

Estou falando de Paul M. Warburg, banqueiro de origem alemã, que era um membro nomeado do Sistema da Reserva Federal, membro do conselho de governadores (11) . Não é a Reserva Federal a entidade United States? Ele estava muito envolvido com a criação da Reserva Federal, e sua família foi fortemente envolvido com IG Farben. IG Farben era a maior empresa química do mundo durante o seu tempo, e um dos maiores booms industriais próximos à Standard Oil Company do Rockefeller, e General Motors. IG Farben foi responsável por inúmeros crimes de guerra, fornecendo os nazistas com armas e até mesmo financiar o Partido Nazista (12) (13) . Por que o sistema de reserva federal e do Rockefeller de estar envolvido com a IG Farben? Não é a reserva federal uma entidade norte-americana? Será que eles não financiar os Estados Unidos também? Paul Warburg e sua família estavam envolvidos com a criação da Reserva Federal, a família Warburg dirigido IG Farben, empresa que apoiou o movimento nazista. Então o que está acontecendo aqui? Existe uma grande quantidade de evidências que mostram que ambos os lados da II Guerra Mundial foram financiados pelas mesmas pessoas, então eu acho que um "fast one" foi puxado nossos olhos. O Federal Reserve ainda está em apertada com a família Warburg, como eles transformaram-se em várias empresas multinacionais e instituições financeiras, como a Warburg Pincus (15) (16) .

Não é nenhum segredo que a família Bush também muito lucraram com a guerra. Você sabia que a família Bush também teve os membros conectados à reserva federal, e que a família Bush está também muito perto da família Rockefeller? (17) . Não é um segredo que a presidência sempre foi ligado à Reserva Federal. Prescott Bush ainda trabalhou para os nazistas, ele trabalhou com e lucrou com empresas que estavam financiando Hitler. Com todas essas conexões, é fácil ver como os verdadeiros fundadores da Organização das Nações Unidas (se você seguir o dinheiro) estavam ligados a muitos atos desumanos. Então, o que faz você pensar que ele parou de hoje? E se as Nações Unidas lhe dar a ilusão de um corpo de fazer a paz, a fim de conduzir o caos, o medo, e para cumprir uma agenda que começou muito antes de todos nós nascemos? Como é que a ONU nos proteger contra as empresas de mineração, por exemplo, que cometem atrocidades em todo o mundo, quando os mesmos que criaram a própria ONU todos os principais corpos de mineração, como o Rockefeller Corporação Hughes (18) . Eu forneci fontes para todos os meus pedidos, ao mesmo tempo, eu gostaria de deixar alguns para fora para inspirar os leitores a fazer alguma pesquisa. Sinta-se livre para olhar para as ligações de Bush você mesmo! Tenha em mente, eu usei apenas alguns exemplos e conexões neste artigo, há uma quantidade enorme de que você pode fazer em seu próprio país, se você estiver despertou para continuar a sua pesquisa.

Um aspecto da mudança de consciência atual está acordando para novos fatos e possibilidades do que realmente aconteceu em nossa história humana recente. Muitas pessoas tomam caminhos diferentes para despertar, mas, no fim, tudo leva a uma coisa: temos que ser a mudança que queremos ver. Nós já vimos um monte de confusão ao longo dos anos neste planeta, e por sua vez, é criado um estado energético muito densa para o planeta Terra. Mais pessoas estão começando a encontrar a paz, eles estão experimentando mais alegria e desejo de mudança para todos no planeta Terra. Através de despertar, estamos mudando a freqüência vibracional do planeta. Nós estivemos cegos para muitas coisas por milhares de anos. Estamos vivendo na era da transparência, tudo se apresentou para nós ver com as experiências "mais sombrias" para o "mais leve". De qualquer forma você olhar para ele, tudo o que tem e está jogando para fora do planeta Terra é toda uma experiência para a raça humana. Eventos acontecem, a fim de sacudir-nos a acordar para a verdade. 11/9, por exemplo, acordou-se muitos. Se essa é a verdade sobre o cânhamo, o Federal Reserve, o illuminati, extraterrestres, o amor se espalhando, ou qualquer outra coisa, a idade da transparência está levando a uma nova verdade dentro de bilhões de pessoas, e que a verdade é o amor. Amor é necessária como um bloco de construção necessário para um mundo novo. Somos responsáveis ​​pelo que está acontecendo aqui, quando despertamos de nosso sono, eu tenho certeza que não vai deixar continuar o que nós vamos continuar por muito tempo. Já não vamos ser usado para manter um sistema que não ressoa com a gente, em vez disso, irá criar um novo que faz com que o antigo obsoleto.

Existem várias fontes que vão além da minha, eu poderia ter usado muito mais. Sinta-se livre para fazer sua própria investigação para comprovar alguns fatos por favor.

 Fontes:

(1)  http://www.timewarner.com/our-content/turner-broadcasting-system/

(2)  http://finance.yahoo.com/q/mh?s=TWX

(3) http://investing.businessweek.com/research/stocks/people/person.asp?personId=867387&ticker=TWX

(4)http://www.cfr.org/world/council-foreign-relations-special-symposium-honor-david-rockefellers-90th-birthday/p8133

(5) http://www.cfr.org/experts/world/david-rockefeller/b987

(6)  http://www.rockefellerfoundation.org/about-us/board-trustees/richard-d-parsons

(7) http://www.usrf.ru/structure/board_caufield.html

(8)  http://www.un.org/en/aboutun/history/index.shtml

(9) http://www.un.org/News/Press/docs/2012/sgsm14498.doc.htm

(10) http://ebha-bhsj-paris.sciencesconf.org/6318/document

(11) http://www.federalreserve.gov/bios/boardmembership.htm

(12)  http://www.houseofpaine.org/IGF.htm

(13) http://en.wikipedia.org/wiki/Warburg_family

(14)  http://www.versailles3d.com/en/over-the-centuries/xxe/1924.html

(15) http://search.newyorkfed.org/board_public/search?text=warburg&Search.x=0&Search.y=0

(16) http://www.warburgpincus.co

(17) http://www.guardian.co.uk/world/2004/sep/25/usa.secondworldwar

(18) http://rockefellerhughes.com

segunda-feira, 11 de março de 2013

Fúria contra cristãos da Comissão de Direitos Humanos (parte 2): goela adentro não passa


Por Rubens Teixeira em 11 de março de 2013


Depois que escrevi o artigo “Fúria contra cristãos da Comissão de Direitos Humanos: por um bebê triturado de sobremesa”, li muitos comentários feitos pelos leitores e resolvi escrever este segundo artigo. Alguns eram favoráveis, outros contrários e outros ofensivos, inclusive com xingamentos. Não respondi e não respondo comentários insultuosos e desrespeitosos, pois não dialogo neste nível que requer certa vocação para navegar por vocabulários chulos e de baixo calão, talvez frutos de falta de argumentos, “vestida de carapuça” ou mesmo de uma educação obtida na infância.Percebi que os ataques ao deputado Marco Feliciano fundamentam-se basicamente em dois pilares: acusam-no de racista e homofóbico.Fui atrás das razões destas denúncias para saber se definitivamente são fundamentadas. A acusação de racista reside no fato de ele ter citado uma corrente de pensamento em que Cão, filho de Noé, teria sido amaldiçoado e foi para a África. Por conta disso, aquele continente é tão sofrido. Particularmente, discordo desta corrente e até acho que o deputado deve ter cometido um ato falho ao referir-se a ela.
  
Pelo que eu saiba, não conheço qualquer pessoa que tenha sido discriminada por racismo pelo parlamentar. Isso me leva a pensar que esta reprodução de uma linha de pensamento não tinha a intenção de atingir negros ou africanos. Até porque, as pessoas de bem querem ver o fim da miséria em todas as partes do mundo, mas às vezes questionama razão de haver lugares em que predomina tanto esta mazela social. Quem nunca teve curiosidade de saber com exatidão o motivo de existirem diferenças nas características dos povos?  Uma citação equivocada a respeito desta questão seria racismo? Acredito ser um exagero, até mesmo porque o deputado já foi chamado a dar as suas explicações. Em entrevista à revista Época, ele disse “que tudo não passou de uma ‘infelicidade’”.Ninguém, em sã consciência, aguenta ver pessoas sofrendo, em qualquer parte do mundo, sem tentar entender as origens e sugerir soluções. O religioso, de uma maneira geral, vê o bem como bênção e o mal como maldição. Daí, uma desgraça, qualquer que seja, poderá sempre ser vista como maldição e isto não é um ataque às pessoas, mas às situações. Nestes casos, os cristãos oram para que a maldição vá embora. Portanto, não é uma sentença amaldiçoadora e nem discriminação aos eventualmente afetados pela desgraça, mas sim um ataque ao mal espiritual que afeta às pessoas. Um esforço para libertá-las. É esse o pensamento cristão sobre o tema: queremos ver as pessoas abençoadas e livres do sofrimento, livres de maldições.
  
A Constituição da República, no Art. 5?, afirma que “XLII a prática do racismo constitui crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão, nos termos da lei”. Ressalta-se que matar alguém, isto é, a prática de homicídio, prescreve, o racismo não. Além de não se poder pagar fiança para responder em liberdade. Como está acontecendo uma campanha na mídia contra o deputado, muitos, de boa fé, estão sendo insuflados a ficarem contra ele. Afinal, como apreciar um “racista e homofóbico”? Só que estão exagerando na dose. Embora a declaração tenha sido infeliz, segundo ele próprio admite, não foi condenado por qualquer crime.
  
Alegaram também uma declaração do parlamentar no Twitter como justificativa para as acusações. Contudo, não abordaram o que veio antes ou em que contexto estavam aquelas palavras. Muitas pessoas se dizem membras de religiões, ateias, ou de algumas etnias e postam desaforos, xingamentos, demonstrando ódio aos que discordam delas. Essas tais, a parte da mídia panfletária finge que não vê e dá imunidade. Quem recebe esses insultos e quer dar resposta a uma avalanche de ofensas, se não ficar atento, pode, sem ter a intenção, parecer que está generalizando, especialmente no caso do Twitter que admite apenas 140 caracteres. Certamente foi, infelizmente, o que aconteceu e não deveria ter acontecido, mas fingem não entender. Com isso, essa parte da mídia tendenciosa acaba desprezando a realidade dos fatos e explorando apenas uma versão. Não importa o que o deputado quis dizer, mas o que querem fazer parecer que ele tenha dito no intuito de condená-lo.Com relação à homofobia, não consegui encontrar nada que justificasse esta declaração, aliás, alcunha dada a todos que dizem que a prática homossexual é pecado. A Bíblia diz que vários atos, ligados à área sexual, comumente praticados na sociedade, são pecados. Dentre eles o adultério,  a fornicação (sexo antes do casamento), o homossexualismo, e até a cobiça sexual, mesmo sem a prática do ato. O fato de a Bíblia dizer que é pecado e as igrejas cristãs pregarem isso, não significa que pessoas que adulteram, que fornicam, que cobiçam, ou mesmo que praticam a homossexualidade sejam odiadas, desrespeitadas ou mal quistas.
  
Há pessoas que frequentam igrejas e ainda se mantém nestas práticas. Quando pedem auxílio, são ajudadas, orientadas e respeitadas. Aliás, elas ficam nas igrejas porque querem. Se não quiserem ouvir conselhos, basta saírem de lá.  Se permanecem nas igrejas é porque estão se sentindo bem. Ademais, muitas testemunham ter mudado de comportamento, deixando o adultério, a homossexualidade, etc. Quem quiser se manter nestes hábitos, tem liberdade para tal. Os cristãos não fazem passeatas, abaixo-assinados e outras coisas que possam representar uma pressão para impedimento das liberdades sexuais de cada um. Todavia, os que querem mudar de comportamento, deixando a homossexualidade ou qualquer outra prática sexual ou não, não merecem ser apoiados e terem seus direitos humanos e liberdades individuais também respeitados?Imagino, pelas estatísticas, que haja mais pessoas que tenham relações sexuais sem serem casadas do que pessoas que praticam a homossexualidade. Nem por isso os que mantém relações sexuais fora do casamento chamam aqueles que ensinam a prática do sexo apenas no casamento de adulterofóbicas ou fornicariofóbicas. As relações sexuais, em geral, são dos atos mais privados que se praticam. Neste aspecto, os indivíduos fazem de suas vidas o que quiserem e não precisam prestar contas publicamente de seus atos privados.
  
Por outro lado, não existe um rol exaustivo do que é pecado. Pecado é tudo o que contraria a lei e os princípios de Deus. Normalmente, as pessoas quando cometem um desses erros são avisadas pelas suas próprias consciências:
  
umas as ouvem, outras não. Os resultados da rebeldia contra a própria consciência só cada um pode falar de si mesmo. As pessoas podem ter domínio sobre assuas próprias vontades e não submetê-las a outras, mas ninguém consegue mudar a “voz da consciência”, porque ela é independente e não se sujeita à vontade nem mesmo do seu “dono”: a consciência é nossa, mas o controle dela, não. Alguns se irritam quando ouvem algo que a sua consciência já havia falado antes.  O conselho soa como acusação, pois coincide com a condenação da própria consciência e, por conta disso, às vezes reagem com violência.
  
Entretanto, a Bíblia ensina que uns têm a consciência cauterizada e escolhem desrespeitar a lei de Deus. A esses, o Apóstolo Paulo ensinou: “Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si”. Romanos 1:24. Por esta razão,ninguém pode impor regras morais. Se uma pessoa escolhe não segui-las, mesmo se dito a ela que são leis de Deus, não será por imposições de seres humanos que mudará o seu rumo. Em contrapartida, aqueles que as querem seguir, devem ser respeitados e não podem ser acusados de qualquercoisafóbico.Fiquei assustado porque recebi um e-mail identificado como “Pedro Abramovay – Avaaz.org”. Só para lembrar, este site foi o mesmo que inscreveu um abaixo-assinado contra o pastor Silas Malafaia. Alguém entrou no citado site e inscreveu um segundo abaixo-assinado favorável ao pastor. Quando o segundo passouo primeiro, o Avaaz.org não se envergonhou e mostrou seu perfil antidemocrático e panfletário, em prol das causas que lhe interessam, e retirou do ar a petição vencedora favorável ao pastor Silas Malafaia. Portanto, cuidado com esse  site. Parte do e-mail, o que não me surpreendeu, dizia: “É revoltante! O pastor Marco Feliciano, conhecido por comentários racistas e homofóbicos,foi eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara (CDHM), a portas fechadas. Eles acham que conseguem ignorara opinião pública, mas se todos nós dissermos NÃO em uma única voz agora,vamos tirá-lo de lá!” A portas fechadas, depois das agressões do dia anterior,mas diante de todo o Brasil, diferente de se manipular a opinião públicacom vetos de abaixo-assinados. Ademais, nem todos dirão o NÃO como o Avaaz pretende. Parece que querem unanimidade e não sabem lidar com divergências.


Há também o debate se o deputado tem uma história de envolvimento com o tema “direitos humanos”. Essa abordagem trata o assunto como se o tema fosse algo de alta complexidade, distante da realidade da vida diária,e não algo de elevada afinidade com todos os cidadãos por afetar diretamente a cada um, suas famílias e comunidades das quais fazem parte. Definitivamente há comissões, como a relacionada à ciência e tecnologia e outras, cujos temas são bem mais complexos do que este e que as pautas não são debatidas diariamente na sociedade com o mesmo impacto que os direitos humanos.


Na verdade, a falta de afinidade que querem combater não é a do parlamentar com os tópicos da comissão, mas sim do pensamento do deputado com o pensamento destas pessoas. Por conta disso, estão fazendo um perverso policiamento de ideias com elevado grau de discriminação ideológica que fere de forma mortal os direitos humanos dos quais dizem defender. A violência física, psicológica e moral que estão impondo ao parlamentar e a todos que pensam como ele é algo que ataca violentamente aos direitos humanos.Contudo, a escolha para exercerem os mandatos nas casas legislativas são políticas, são pelo voto, não pela via técnica, por concurso público ou por notório saber em alguma área. Deputado não faz prova para ter mandato, é eleito. O povo escolhe, em geral, não pela elevada capacidade de conhecimento de um tema, mas sim por outras razões relacionadas à capacidade que o parlamentar tem de entender a vontade do povo e buscar solução para os seus problemas. Intelectual ou não, o desempenho em benefício do povo está associado à sensibilidade que se tem aos seus anseios. Apesar disso, há grupos de perfis bem diferentes na sociedade. O deputado eleito por um grupo não pode ser “deseleito” por outro: não existe voto negativo que anula o positivo, como estão querendo impor, neste caso, alguns ativistas associados à mídia panfletária.

Como é da natureza da política, as escolhas nas casas de leis são naturalmente influenciadas por negociações políticas. Isso não é novidade. É um ônus da democracia. Quem “repudia” esses ônus não tem afinidade com ela, mas mostra simpatia por autoritarismo. Em todas as comissões há parlamentares que pensam igual ou diferente de alguém. Caso o deputado Marco Feliciano não tenha afinidade com o tema da comissão, como alegam, seria isso um caso isolado? Se não é, qual o motivo desta campanha toda contra o seu nome? Se o argumento usado não se sustenta, é porque a razão da campanha é outra, mas isso já parece bem evidente. Quem entrou nesta gritaria, ou afagou os protestos para tentar “expulsar” de forma antidemocrática o deputado de lá, pode estar com a mente impregnada com a ideia de que a pregação cristã é homofóbica e por isso cristãos não são pessoas adequadas a falarem sobre direitos humanos. O que é lamentável.
  
Definitivamente há uma inversão de valores. Quem é contra os princípios cristãos pode manipular, agredir, xingar, ofender, caluniar, difamar, porque parece contar com mãos ternas das instituições públicas que não responsabilizam os agressores. Estão isentos da legislação penal, dos seus efeitos e nada “pega” contra eles: zombam de símbolos religiosos, ofendem, manipulam informações, caluniam, difamam, agridem, mas o Estado é delicado nesses casos. É um comportamento nada equidistante de algumas instituições públicas com relação aos cidadãos. O Estado não pode preferir uns em detrimento de outros.
  
Esse indevido salvo conduto permite aos agressores revelar seus ódios e serem cristofóbicos à vontade. Para atacar evangélicos e católicos, têm carta branca. Os que querem preservar os valores cristãos, como a vida, ao serem contra o ritual maligno de trituração de crianças indefesas pelo aborto, os que buscam proteger a família tradicional, os que são contra descriminalização das drogas, da prostituição, que não concordam com experiências “inovadoras” do ensino de sexualidade alternativa na educação de crianças, que não são politicamente corretos com esta tentativa de ruptura de valores, e que para isso não xingam, não batem, não caluniam e não difamam, estes tais, são alcunhados de homofóbicos.

Entretanto, como em uma boa democracia, cada um faz o que quer com a sua própria vida, sem precisar comprometer o próximo com suas opiniões. O que um concorda, outro pode discordar e expressar seu pensamento. O que um faz, pode ser copiado, ou criticado por outro livremente. Não existe prática sexual ou moral inatacável, podendo cada um escolher o que é bom para si e para sua família. Contudo, há pontos inegociáveis: aborto é assassinato em que a pessoa que mais devia proteger a vítima, a mãe, entrega para o algoz que é um profissional que tem obrigação legal e moral, por juramento, de defender a vida: o médico. Não queremos legalização das drogas e da prostituição. Não queremos crianças sendo dadas a adoção como cobaias.
  
Há grupos que não querem o debate, querem o silêncio dos cristãos enquanto eles gritam. Entretanto, o Estado precisa ser igual para todos: não pode ser leniente quando se tratar de ataques a cristãos e solidário quando defender os princípios anticristãos. A maioria dos evangélicos estão entendendo o linchamento ao nome do pastor Marco Feliciano como um linchamento à comunidade cristã. Claro, nesta batalha não podemos desconsiderar a existência de trânsfugas: os que passam para o outro lado. Contudo, é bom que saibam que os verdadeiros cristãos, que amam a Deus sobre todas as coisas e ao próximo com a si mesmo, não mudarão seus princípios em prol de uma nova ordem “imposta” por uma minoria agressiva: novos valores não passarão, por nada, goela adentro.


Nota sobre o autor do texto 
Rubens Teixeira é doutor em Economia, mestre em Engenharia Nuclear, pós-graduado em auditoria e perícia contábil, Engenheiro de Fortificação e Construção, Bacharel em Direito (aprovado para a OAB/RJ), bacharel em Ciências Militares, professor, escritor, pastor da Assembleia de Deus, membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil e da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra.



sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

PSB RECONHECE: JÁ É HORA DE SERMOS PROTAGONISTAS DA HISTÓRIA DO BRASIL




O deputado gaúcho Beto Albuquerque lidera na Câmara a bancada do emergente PSB. Na noite passada, ele concedeu uma entrevista ao blog. Falou sobre o projeto de poder de sua legenda com franqueza inusual. Contou que a candidatura presidencial de Eduardo Campos “é um consenso dentro do PSB”. Nas reuniões internas, o governador pernambucano revela-se “entusiasmado.”
Para levar seu candidato à vitrine, o partido já prepara um ciclo de viagens –“É uma forma de mostrar o Eduardo ao Brasil”, diz Beto. A essa altura, declara o deputado, já não espaço para apelos de Lula em favor de Dilma. “O Lula não pode nos impedir de fazer o que ele fez. Ele é o nosso ensinamento, nosso exemplo é o Lula.”
E se oferecerem a vaga de vice de Dilma a Eduardo Campos? “O Lula sabe que isso é impossível. O PT engordou de tal forma o PMDB, que esse é um caminho sem volta. Esse casamento não tem recuo.” E quanto ao argumento de que o mandarim do PSB, por jovem, pode aguardar até 2018? “Não é o caso de esperar.

O momento é de exercer a oportunidade do protagonismo em 2014.” Vai abaixo a entrevista:

— É verdade que Eduardo Campos irá correr o país? Dentro das limitações de governador, ele vai andar o Brasil. Vem ao Rio Grande do Sul em 9 de abril. Haverá um evento partidário, em função dos meus 50 anos. Queremos reunir umas 2 mil pessoas. Ele também fará uma palestra no Fórum da Liberdade, organizado pelo Instituto de Estudos Empresariais. É um evento tradicional, está na sua 26a edição. Reúne muita gente. Nesse dia, inclusive, antes do Eduardo, fala a bloqueira cubana [Yoani Sanchez] e, depois, o [Roberto] Setúbal. Ele vai participar também de outro tradicional evento de debates da Federação das Associações Comerciais do Rio Grande. E vai receber uma honraria da Assembléia Legislativa, a Medalha do Mérito Farroupilha –iniciativa de deputados de outros partidos, não do nosso.

— Afora essa agenda gaúcha, o governador irá a outros Estados? Devemos ter agendas como essa em outros Estados. Nossa ideia é proporcionar ao Eduardo oportunidades para expor suas ideias sobre política de gastos públicos, planejamento e desenvolvimento. São coisas que ele domina e que vem proporcionando a ele muito reconhecimento.

— Eduardo Campos decerto não percorrerá o mapa a passeio. É candidato à Presidência da República? Nosso partido vê com total entusiasmo a possibilidade de ele ser candidato. Há um consenso dentro do PSB, até pelo aprendizado que nós tivemos com o próprio Lula.

— Aprendizado? Sim, claro. O Lula não esperou que alguém viesse oferecer para ele a oportunidade. Ele começou a disputar, perdeu três eleições e ganhou as outras. Então, nós temos que enxergar a janela de oportunidade que se abriu diante de nós. Há um certo esgotamento dessa dicotomia tucano-petista. Já são 20 anos. Temos no Eduardo uma liderança testada, aprovada. É bom gestor, é político e é jovem. Não podemos perder essa oportunidade. Essas agendas todas que o partido passa a realizar pelo país é, evidentemente, uma forma de mostrar o Eduardo ao Brasil.

— Nas reuniões internas, qual é a reação de Eduardo Campos a esse debate sobre o projeto presidencial do PSB? Ele está entusiasmado. Sabe das dificuldades, não ignora o tamanho do desafio. Nós prezamos muito dois predicados: pé no chão e humildade. Vivemos um momento bom. Mas tem muita coisa para fazer. Partimos de uma base muito boa. O Eduardo tem resolvido bem as questões econômicas e de gestão em Pernambuco. Você vai ao Porto de Suape e vê 50 mil pessoas trabalhando lá. O empreendedor chega em Pernambuco e não encontra dificuldades para se instalar e produzir.

— Parte da pujança de Pernambuco decorre dos investimentos federais feitos no Estado na gestão Lula, com quem Eduardo Campos mantém relações de amizade. Se Lula pedir, o governador não troca suas pretensões pelo apoio a Dilma Rousseff? Creio que não. O Lula não pode nos impedir de fazer o que ele fez. Ele é o nosso ensinamento, nosso exemplo é o Lula. Além disso, sem negar nada do que foi feito pelo Lula, há verdades que precisam ser ditas. Peguemos o exemplo da Fiat. Foi o Lula que mandou a Fiat para Pernambuco? Não, a Fiat foi para um Estado que tem um ambiente de empreendedorismo afirmativo. A refinaria [Abreu e Lima], sim, o Lula ajudou. É importante. Mas por que foi para Pernambuco? Porque havia lá uma atmosfera favorável, com as coisas preparadas, com os imbróglios desatados.

— E se for oferecida a Eduardo Campos a posição de vice de Dilma? O Lula sabe que isso é impossível. O PT engordou de tal forma o PMDB, que esse é um caminho sem volta. Esse casamento não tem recuo. O PMDB pode ficar tranquilo conosco. O que nós queremos não é o espaço deles. Queremos outro espaço, o nosso espaço.

— E quanto ao argumento de que Eduardo Campos, jovem ainda, pode esperar até 2018? Não é o caso de esperar até 2018. O momento é de exercer a oportunidade do protagonismo em 2014. Qual é a liderança que surge e que está provocando debate agora? Não é o Aécio Neves. É o Eduardo Campos. Esse protagonismo tem muito da nossa vontade. Mas também decorre dos fatos. As coisas estão acontecendo.
— Acha que Eduardo Campos desrespeitaria os fatos se deixasse de se candidatar? Seria ignorar os fatos, dar as costas para uma janela de oportunidade que acontece por várias razões. Não é obra apenas da nossa competência, mas de um somatório de coisas. Não se pode negar uma oportunidade dessas. Ainda hoje, no Twitter, uma pessoa do PT me escreveu: ‘Só espero que o Eduardo não seja mais uma candidatura de direita’. Eu respondi: Vocês são engraçados. Para ser vice, o cara é maravilhoso. Se quiser ser candidato, já começa a ficar ruim. Esse tipo de mensagem não funciona.

— O PSB cresceu, mas sua estrutura parece frágil para um voo presidencial. Imaginou-se que se juntaria ao PSD. Porém, Gilberto Kassab está se entendendo com Dilma. Não vai faltar palanque e tempo de tevê? Não creio que o diálogo do Kassab conosco esteja esgotado. O que o Kassab vai fazer politicamente? Não vai ser ministro. Não me parece que queira ser deputado. Pode desejar uma candidatura a governador de São Paulo. Bem, com o apoio do PT é que não vai ser. Estamos conversando também com outros partidos –o PDT, o PTB…

— E os palanques? Hoje, temos seis governadores e achamos que, em 2014, podemos ter de dez a 12 candidatos. Não queremos candidatos fracos. Preferimos não ter, não há problema nenhum nisso. Além dos palanques que podemos montar, a política brasileira, em razão de as eleiçoes não serem unificadas, tem coisas que só existem no Brasil: podemos ter palanques que recepcionem o Eduardo. Nada impede, por exemplo, que um governador do PMDB recepcione o Eduardo em determinado Estado a despeito do apoio nacional do partido à Dilma. Vamos buscar palanques que nos recepcionem.

— Está convencido de que haverá estrutura? Nosso esforço será para obter uma coligação que nos dê um tempo razoável de televisão, suficiente para expor os projetos. Mas a gente já fez esse tipo de reflexão a partir da experiência da Marina Silva na última eleição. Ela não tinha um único candidato a governador dela. Não tinha um partido forte. Não tinha muito tempo de tevê. E fez 20 milhões de votos. Isso não é voto de evangélico nem de ambientalista. É um sentimento de renovação. Um sentimento que vem crescendo. Tem uma parcela da sociedade que não quer o ontem e que já aprovou o hoje, mas avalia que está chegando a um ponto de esgotamento. Tem muita gente pensando em renovação.

— Acha que o ideal é ter vários candidatos? Numa eleição em dois turnos, é importante ter vários candidatos. Queremos muito que o Aécio seja candidato. A candidatura da Marina, que nós admiramos, também é importante. Se ela conseguir fundar o seu partido e aproveitar o seu recall, ótimo. Acho que podemos ter uma eleição muito boa do ponto de vista da representação e do debate, com gente muito qualificada.

— Não acha que é uma incoerência o PSB manter o controle de dois ministérios, o da Integração Nacional e o dos Portos? Nossa permanência do governo tem prazo, não pode passar desse ano.

— Essa demora não pode ser mal compreendida? Não. Se tivermos o Eduardo como candidato, ele não será um candidato anti-PT ou anti-Dilma. Podemos ser a candidatura do pós-PT. Não temos vergonha de ter integrado o governo Lula ou de integrar o governo Dilma. Somos uma candidatura de esquerda e achamos que há espaço para duas candidaturas. Não há nenhuma contradição nisso.

— Nas disputas do Congresso, o PSB teve candidato contra Henrique Alves na Câmara e apoiou o rival de Renan Calheiros no Senado. Os senhores se reuniram com Eduardo Campos, na quinta, para avaliar os resultados. O que concluíram? Fizemos essa reunião de avaliação, em Brasília. Achamos que nosso desempenho na Câmara e no Senado foi muito positivo.

— Por quê? Em função do nosso protagonismo, da nossa distinção.

— Quando fala em distinção se refere ao distanciamento em relação a PT e PMDB? Sim. Mas não foi só. Nós nos distinguimos também do Aécio. Eu até brinquei, dizendo que o Aécio e a Dilma fizeram na Câmara 271 votos [eleitores de Henrique Alves, do PMDB] e o Eduardo Campos fez 165 [votação de Júlio Delgado, do PSB]. O PSDB inteirinho foi com o Henrique. No Senado, o Aécio não fez nem discurso. Disseram que votariam num candidato [Pedro Taques, do PDT] e, no voto secreto, o PSDB foi para o lado do outro candidato [Renan Calheiros].

— Que efeitos esse posicionamento adotado no Congresso pode ter do ponto de vista eleitoral? Mostramos que nós estamos ouvindo mais as vozes das ruas, que querem renovação  querem mudança de práticas políticas. Nesse Big Brother em que se transformou a política, tem gente que acha que não está sendo vista nem ouvida. Engano. A observação hoje é maior do que em outras épocas. O voto secreto não esconde mais ninguém.

Minha Filha Layla Nasceu !!!


               Layla nasceu com 49cm, e com 3,190grs. Está muito bem Graças a Deus, estamos mega felizes por tudo que aconteceu, quem quiser visitar ela no Hospital Regional, o horário de visitas é das 4 as 7 horas. Quarto 108. E assim seja, OBRIGADO DEUS PELA INVESTIDURA DE CUIDAR DE UMA FAMILIA TÃO BONITA!!! TE AMO MONICA E LAYLA. Eu poderia buscar todas as palavras no dicionario para descrever minha filha, mas é muito pouco para descrever, então pensei, o que seria melhor que a Palavra de Daví, que foi sacerdote, guerreiro e rei para descrever este momento de felicidade plena.


Salmos 139

1 Senhor, tu me sondas, e me conheces.

2 Tu conheces o meu sentar e o meu levantar; de longe entendes o meu pensamento.

3 Esquadrinhas o meu andar, e o meu deitar, e conheces todos os meus caminhos.

4 Sem que haja uma palavra na minha língua, eis que, ó Senhor, tudo conheces.

5 Tu me cercaste em volta, e puseste sobre mim a tua mão.

6 Tal conhecimento é maravilhoso demais para mim; elevado é, não o posso atingir.

7 Para onde me irei do teu Espírito, ou para onde fugirei da tua presença?

8 Se subir ao céu, tu aí estás; se fizer no Seol a minha cama, eis que tu ali estás também.

9 Se tomar as asas da alva, se habitar nas extremidades do mar,

10 ainda ali a tua mão me guiará e a tua destra me susterá.

11 Se eu disser: Ocultem-me as trevas; torne-se em noite a luz que me circunda;

12 nem ainda as trevas são escuras para ti, mas a noite resplandece como o dia; as trevas e a luz são para ti a mesma coisa.



13 Pois tu formaste os meus rins; entreteceste-me no ventre de minha mãe.

14 Eu te louvarei, porque de um modo tão admirável e maravilhoso fui formado; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem.

15 Os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui formado, e esmeradamente tecido nas profundezas da terra.

16 Os teus olhos viram a minha substância ainda informe, e no teu livro foram escritos os dias, sim, todos os dias que foram ordenados para mim, quando ainda não havia nem um deles.

17 E quão preciosos me são, ó Deus, os teus pensamentos! Quão grande é a soma deles!

18 Se eu os contasse, seriam mais numerosos do que a areia; quando acordo ainda estou contigo.



sábado, 12 de janeiro de 2013

Layla e Monica - presentes do céu na minha vida!!!!

Na proxima segunda feira, dia 14 de janeiro de 2013 estarei junto com minha esposa recebendo minha filha LAYLA que chega para deixarmos de ser apenas duas pessoas e passaremos a ser tres pessos pelo resto de nossas vidas. Este é um sentimento muito lindo, é nobre, algo que é dificil de descrever com palavras. É possivel que eu esteja presente no momento do parto, não sei bem se conseguirei, mas espero recepcionar a minha filha no hospital. O médico que cuidou durante toda gravidez da Monica, que é o Dr. Cezar Fontes, um especialista em reprodução humana, ele mesmo vai cuidar da cirurgia de cesária da Monica e vai dar tudo certo, eu espero. Layla um dia vai poder olhar aqui na internet e perceber o quanto este gtempo foi importanmte para todos nós, sua familia. Desejamos muito seu nascimento filha, e dedicaremos nossas vidas em cuidar de voce aqui na terra. DEUS É FIEL!!! Ele merece todo carinho por permitir esta felicidade em nossas vidas...  nn

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Tucanetagem - O intinerário de um desastre




45 MOTIVOS PARA NÃO VOTAR EM TUCANOS E BANDIDOS SEMELHANTES COMO OS DO PFL
Analisem - Você  tem boa memória?
 Se você já esqueceu, lembramos aqui 45 fatos, sendo que todos eles  envolvendo casos de corrupção, que aconteceram no país  nos  oito anos de FHC.

O BRASIL NÃO ESQUECERÁ
45 escândalos que marcaram o governo FHC com apoio do PSDB


ITINERÁRIO DE UM DESASTRE
Nenhum governo teve mídia tão favorável quanto o de FHC, o que não deixa de ser surpreendente, visto que em seus dois mandatos ele realizou uma extraordinária obra de demolição, de fazer inveja a Átila e a Gêngis Khan. Vale a pena relembrar algumas das passagens de um governo que deixaou uma pesada herança para seu sucessor.

1994 e 1998. O dinheiro secreto das campanhas: Denúncias que não puderam ser apuradas graças à providenciais operações abafa apontaram que tanto em 1994 como em 1998 as campanhas de Fernando Henrique Cardoso foram abastecidas por um caudaloso esquema de caixa-dois. Em 1994, pelo menos R$ 5 milhões não apareceram na prestação de contas entregue ao TSE. Em 1998, teriam passado pela contabilidade paralela R$ 10,1 milhões.
A taxa

média de crescimento da economia brasileira, ao longo da década tucana, foi a pior da história, em torno de 2,4%. Pior até mesmo que a taxa média da chamada década perdida, os anos 80, que girou em torno de 3,2%. No período, o patrimônio público representado pelas grandes estatais foi liquidado na bacia das almas. No discurso, essa operação serviria para reduzir a dívida pública e para atrair capitais. Na prática assistimos a um crescimento exponencial da dívida pública. A dívida interna saltou de R$ 60 bilhões para impensáveis R$ 630 bilhões, enquanto a dívida externa teve seu valor dobrado.
Enquanto isso, o esperado afluxo de capitais não se verificou. Pelo contrário, o que vimos no setor elétrico foi exemplar. Uma parceria entre as elétricas privatizadas e o governo gerou uma aguda crise no setor, provocando um longo racionamento. Para compensar o prejuízo que sua imprevidência deu ao povo, o governo  FHC premiou as elétricas com sobretaxas e um esdrúxulo programa de energia emergencial. Ou seja, os capitais internacionais não vieram e a incompetência das privatizadas está sendo financiada pelo povo.
O texto que segue é um itinerário, em 45 pontos, das ações e omissões levadas a efeito pelo governo FHC e de relatos sobre tentativas fracassadas de impor medidas do receituário neoliberal. Em alguns casos, a oposição, aproveitando-se de rachas na base governista ou recorrendo aos tribunais, bloqueou iniciativas que teriam causado ainda mais dano aos interesses do povo.
 Essa recompilação serve como ajuda à memória e antídoto contra a amnésia. Mostra que a obra de destruição realizada por FHC não pode ser fruto do acaso. Ela só pode ser fruto de um planejamento meticuloso.


1995. Extinção da Comissão Especial de Investigação. Assim que assumiu a presidência da república, em 1995, Fernando Henrique Cardoso baixou um decreto extinguindo a chamada Comissão Especial de Investigação, instituída pelo antecessor, presidente Itamar Franco, que, composta por representantes da sociedade civil, tinha o objetivo combater a corrupção. Seis anos mais tarde, em 2001, fustigado pela ameaça de uma CPI da Corrupção, o presidente Cardoso conseguiu desviar a atenção da sociedade criando uma tal Controladoria-Geral da União, que se notabilizou por abafar as denúncias que motivaram sua criação.


45 escândalos que marcaram o governo FHC

1 - Conivência com a corrupção
O governo do PSDB tem sido conivente com a corrupção. Um
 dos primeiros gestos de FHC ao assumir a Presidência, em 1995, foi extinguir, por decreto, a Comissão Especial de Investigação, instituída no governo Itamar Franco e composta por representantes da sociedade civil, que tinha como objetivo
 combater a corrupção. Em 2001, para impedir a instalação da CPI da Corrupção, FHC criou a Controladoria-Geral da União, órgão que se especializou em abafar denúncias.

1995. Quebra do monopólio da PETROBRÁS. Pouco se lixando para a crescente importância estratégica do petróleo, Fernando Henrique Cardoso usou seus rolo compressor para forçar o Congresso Nacional a quebrar o monopólio estatal do petróleo, instituído há 42 anos. Na comemoração, Cardoso festejou dizendo que essa era apenas mais uma das "reformas" que o país precisava fazer para se modernizar.

2 - O escândalo do Sivam

O contrato para execução do projeto Sivam foi marcado por escândalos. A empresa Esca, associada à norte-americana Raytheon, e responsável pelo gerenciamento do projeto, foi extinta por fraudes contra a Previdência. Denúncias de tráfico de influência derrubaram o embaixador Júlio César dos Santos e o ministro da Aeronáutica, Brigadeiro Mauro Gandra.


3 - A farra do Proer
1995. O inesquecível PROER: Em 1995 o ex-presidente Cardoso deu uma amostra pública do seu compromisso com o capital financeiro e, na calada de uma madrugada de um sábado em novembro de 1995, assinou uma medida provisória instituindo o PROER, um programa de salvação dos bancos que injetou 1% do PIB no sistema financeiro – um dinheiro que deixou o sofrido Tesouro Nacional para abastecer cofres privados, começando pelo Banco Nacional, então pertencente a família Magalhães Pinto, da qual um de seus filhos era agregado. Segundo os ex-presidentes do Banco Central, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, a salvação dos bancos engoliu 3% do PIB, um percentual que, segundo economistas da Cepal, chegou a 12,3%.
O Proer demonstrou, já em 1996, como seriam as relações do governo FHC com o sistema financeiro. Para FHC, o custo do programa ao Tesouro Nacional foi de 1% do PIB. Para os ex-presidentes do BC, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, atingiu 3% do PIB. Mas para economistas da Cepal, os gastos chegaram a 12,3% do PIB, ou R$ 111,3 bilhões, incluindo a recapitalização do Banco do Brasil, da CEF e o socorro aos bancos estaduais.

4 - Caixa-dois de campanhas

As campanhas de FHC em 1994 e em 1998 teriam se beneficiado de um esquema de caixa-dois. Em 1994, pelo menos R$ 5 milhões não apareceram na prestação de contas entregue ao TSE. Em 1998, teriam passado pela contabilidade paralela R$ 10,1 milhões.
 1996. Engavetamento da CPI dos Bancos. Disposto a controlar a crise aberta pelas suspeitas sobre o sistema financeiro, o presidente Fernando Henrique Cardoso ameaçou e "convenceu" as lideranças do Senado a engavetar os requerimentos para instalação de uma CPI sobre os bancos. Em compensação, o ministério da Fazenda se comprometeu (e nunca cumpriu) a prestar contas ao Senado sobre o PROER. Decepcionada, a CNBB distribuiu nota dizendo não ser justo "que se roube o pouco dinheiro de aposentados e trabalhadores para injetar no sistema financeiro, salvando quem já está salvo ou já acumulou riquezas através da fraude e do roubo".

5 - Propina na privatização

A privatização do sistema Telebrás e da Vale do Rio Doce foi marcada pela suspeição. Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa de campanha de FHC e do senador José Serra e ex-diretor da Área Internacional do Banco do Brasil, é acusado de pedir propina de R$ 15 milhões para obter apoio dos fundos de pensão ao consórcio do empresário Benjamin Steinbruch, que levou a Vale, e de ter cobrado R$ 90 milhões para ajudar na montagem do consórcio Telemar.
1996. Modificação na lei de Patentes. Cedeu em tudo que os EUA queriam e, desdenhando às súplicas da SBPC e universidades, Fernando Henrique Cardoso acionou o rolo compressor no Congresso e alterou a Lei de Patentes, dando-lhe um caráter entreguista e comprometendo o avanço científico e tecnológico do país.

6 - A emenda da reeleição

O instituto da reeleição foi obtido por FHC a preços altos. Gravações revelaram que os deputados Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor do projeto. Os deputados foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos. Outros três deputados acusados de vender o voto, Chicão Brígido, Osmir Lima e Zila Bezerra, foram absolvidos pelo plenário da Câmara.
1996. Escândalo do SIVAM | : O projeto SIVAM foi associado a um superescândalo que redundou na contratação da empresa norte-americana Raytheon, depois da desqualificação da brasileira Esca (uma empresa que acomodava "amigos dos amigos" e foi extinta por fraudes contra a Previdência). Significativamente, a Raytheon encomendou o gerenciamento do projeto à E-Systems – conhecido braço da CIA. Até chegar a Raytheon, o mondé foi grande. Conversas gravadas apontavam para o Planalto e, preferindo perder os anéis para não perder os dedos, Cardoso demitiu o brigadeiro Mauro Gandra do ministério da aeronáutica e o embaixador Júlio César dos Santos da chefia do seu cerimonial. Depois, como prêmio pela firmeza como guardou o omertá, Júlio César foi nomeado embaixador do país no México.

7 - Grampos telefônicos

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

A náusea


  Arnaldo Jabor - O Estado de S.Paulo

11 de dezembro de 2012 | 2h 07
 
O grande Cole Porter tem uma letra de música que diz: "Conflicting questions rise around my brain/ Should I order cyanide or order champagne?" ("Questões conflitantes rondam minha cabeça/ devo pedir cianureto ou champanha?")
 
Sinto-me assim, como articulista. Para que escrever? Nada adianta, nada. E como meu trabalho é ver o mal do mundo, um dia a depressão bate. A náusea - não a do Sartre, mas a minha. Não aguento mais ver a cara do Lula, o homem que não sabe de nada, talvez nem conheça a Rosemary, não aguento mais ver o Sarney mandando no País, transformando-nos num grande "Maranhão", com o PT no bolso do jaquetão de teflon, enquanto comunistas e fascistas discutem para ver quem é mais de "esquerda" ou de "direita", com o Estado loteado por pelegos sem emprego, não suporto a dúvida impotente dos tucanos sem projeto; não dá mais para ouvir quantos campos de futebol foram destruídos por mês nas queimadas da Amazônia, enquanto ecochatos correm nus na Europa, fazendo ridículos protestos contra o efeito estufa; não aguento mais contar quantos foram assassinados por dia, com secretários de segurança falando em "forças-tarefas" diante de presídios que nem conseguem bloquear celulares, não suporto a polêmica nacionalismo-pelego x liberalismo tucano, tenho enjoo de vagabundos inúteis falando em "utopias", bispos dizendo bobagens sobre economia, acadêmicos decepcionados com os 'cumpanheiros' sindicalistas, mas secretamente fiéis à velha esquerda, que só pensa em acabar com a mídia livre, tremo ao ver a República tratada no passado, nostalgias masoquistas de tortura, indenizações para moleques, heranças malditas, ossadas do Araguaia e nenhuma reforma no Estado paralítico e patrimonialista, não tolero mais a falta de imaginação ideológica dos homens de bem, comparada com a imaginação dos canalhas, o que nos leva à retórica de impossibilidades como nosso destino fatal e vejo que a única coisa que acontece é que não acontece nada, apesar dos bilhões em propaganda para acharmos que algo acontece. Odeio a dúvida de Dilma, querendo fazer uma política modernizante, mas batendo cabeça para o PT, esse partido peronista de direita.
 
Não aturo a dúvida ridícula que assola a reflexão política: paralisia x voluntarismo, processo x solução, continuidade x ruptura; deprimo quando vejo a militância dos ignorantes, a burrice com fome de sentido, balas perdidas sempre acertando em crianças, imagens do Rio São Francisco com obras paradas e secas sem fim, o trem-bala de bilhões atropelando escolas e hospitais falidos, filas de doentes no SUS, caixas de banco abertas à dinamite, declarações de pobres conformados com sua desgraça na TV; tenho engulhos ao ver a mísera liberdade como produto de mercado, êxtases volúveis de 'descolados' dentro de um chiqueirinho de irrelevâncias, buscando ideais como a bunda perfeita, bundas ambiciosas querendo subir na vida, bundas com vida própria, mais importantes que suas donas, odeio recordes sexuais, próteses de silicone, pênis voadores, sucesso sem trabalho, a troca do mérito pela fama, não suporto mais anúncio de cerveja com louras burras, abomino mulheres divididas entre a 'piranhagem' e a 'peruice', repugnam-me os sorrisos luminosos de celebridades bregas, passos de ganso de manequim, notícias sobre quem come quem, horroriza-me sermos um bando de patetas de consumo, rebolando em shoppings assaltados, enquanto os homens-bomba explodem no Oriente e Ocidente, desovando cadáveres na Palestina e em Ramos, ônibus em fogo no Jacarezinho e Heliópolis, a cara dos boçais do Hamas querendo jogar Israel no mar e o repulsivo Bibi invadindo a Cisjordânia, o assassino pescoçudo Assad eliminando o próprio povo, enquanto formigueiros de fiéis bárbaros no Islã recitam o Alcorão com os rabos para cima, xiitas sangrando, sunitas chorando, tudo no tão mal começado século 21, século 8.º para eles ainda, não aguento ver que a pior violência é nosso convívio cético com a violência, o mal banalizado e o bem como um charme burguês, não quero mais ouvir falar de "globalização", enquanto meninos miseráveis fazem malabarismo nos sinais de trânsito, cariocas de porre falam de política e paulistas de porre falam de mercado, museus pós-modernos em forma de retorcidos bombardeios em vez da leveza perdida de Niemeyer, espaços culturais sem arte nenhuma para botar dentro, a não ser sinistras instalações com sangue de porco ou latinhas de cocô de picaretas vestidos de "contemporâneos", não aguento chuvas em São Paulo e desabamentos no Rio, enquanto a Igreja Universal constrói templos de mármore com dinheiro arrancado dos ignorantes sem pagar Imposto de Renda, festas de celebridades com cascata de camarão, matéria paga com casais em bodas de prata, políticos se defendendo de roubalheira falando em "honra ilibada", conselhos de ética formado por ladrões, suplentes cabeludos e suplentes carecas ocultando os crimes, anúncios de celulares que fazem de tudo, até "boquete"; dá-me repulsa ver mulheres-bomba tirando foto com os filhinhos antes de explodir e subir aos céus dos imbecis, odeio o prazer suicida com que falamos sem agir sobre o derretimento das calotas polares, polêmicas sobre casamento gay, racismo pedindo leis contra o racismo, odeio a pedofilia perdoada na Igreja, vomito ao ver aquele rato do Irã falando que não houve Holocausto, cercados pelas caras barbudas da boçal sabedoria de aiatolás, repugnam-me as bochechas da Cristina Kirchner destruindo a Argentina, a barriga fascista do Chávez, Maluf negando nossa existência, eternamente impune, confrange-me o papa rezando contra a violência com seus olhinhos violentos, não suporto Cúpulas do G20 lamentando a miséria para nada, tenho medo de tudo, inclusive da minha renitente depressão, estou de saco cheio de mim mesmo, desta minha esperançazinha démodé e iluminista de articulista do "bem", impotente diante do cinismo vencedor de criminosos políticos.
 
Daí, faço minha a dúvida de Cole Porter: devo pedir ao garçom uma pílula de cianureto ou uma "flute" de champagne rosé?

Relator da ONU se escandaliza com STF do Brasil

Frank la Rue fez críticas a ministros do STF, em recente visita ao Brasil
 
Relator especial da ONU para liberdade de expressão, Frank William la Rue se disse escandalizado com a atitude do Supremo Tribunal Federal de derrubar a vinculação horária da classificação indicativa dos programas de televisão. Em uma visita não oficial ao Brasil, a convite do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação, o relator preferiu não se pronunciar sobre a concentração de poder na mídia nacional, ou a absoluta falta de marcos regulatórios para o segmento, a exemplo daqueles em vigor nos países desenvolvidos.
 
La Rue referiu-se à ação de inconstitucionalidade apresentada pelo PTB e apoiada pelas emissoras de TV que tenta derrubar a obrigação das emissoras respeitarem faixas horárias para veicular programas voltados apenas a determinadas idades. As palavras do relator foram claras.
 
– Fiquei escandalizado que o Supremo Tribunal Federal esteja vendo conflito entre liberdade de expressão e a proteção à infância. Não posso entender e em nenhum país vi uma corte suprema que esteja disposta a sacrificar a proteção da infância por outros interesses. É absolutamente absurdo. A vinculação horária não é uma violação à liberdade de expressão. A liberdade tem limites. Defendo a liberdade ampla, mas reconheço os limites. Neste caso, o Estado tem obrigação de regular a proteção da infância. Senão, dá-se a impressão de que interesses econômicos podem se sobrepor a outros interesses – afirmou.
O susto do relator tem sentido. A ação começou a ser votada em novembro de 2011, e depois dos votos de quatro ministros, todos favoráveis à derrubada da vinculação de horários, foi suspensa por um pedido de vistas do ministro Joaquim Barbosa. Desde então, o processo não foi retomado.
“Esse alerta deveria ser levado em conta pelo STF na continuidade da análise da ação. Seria muito ruim que prevalecesse no Judiciário uma perspectiva que coloca os interesses comerciais das empresas acima dos direitos das crianças e adolescentes. Entidades da sociedade civil brasileira já vinham alertando para esse perigo. O reforço, agora, vem da insuspeita relatoria de liberdade de expressão da ONU”, repercutiu, em editorial, o jornal Brasil de Fato.